O breaking, também conhecido como breakdance ou b-boying, fez sua estreia em 2018 nos Jogos Olímpicos da Juventude de Buenos Aires. Teve sucesso e foi escolhido para fazer parte do programa das Olimpíada de Paris 2024 como uma nova modalidade, juntamente com a escalada esportiva, o skate e o surf. É o que explica os Correos de España, que no dia 26 de julho, dedicou o selo de 3,00 euros e tiragem de 115.000 exemplares, que agora resenhamos, ao assunto.
Trata-se de uma dança urbana que teve origem nos Estados Unidos nos anos setenta. Enraizada na cultura hip-hop, emergiu durante as animadas festas no Bronx, em Nova York; caracterizando-se pelos movimentos acrobáticos e passos estilizados. No início era uma manifestação popular e alternativa aos jovens para não entrarem em gangues de rua. Um par de décadas depois, aconteceram as primeiras competições internacionais ao redor do mundo, tornando-a popular.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu incluí-la no programa esportivo, seguindo a tendência em tornar os jogos mais urbanos e conectados com a juventude, de acordo com o lançamento da Agenda 20+20, em 2014.
A capital francesa, cabe relembrar, recebeu duas competições, envolvendo este esporte, uma masculina e uma feminina, cada uma envolvendo dezesseis atletas.
















