A história da cidade de Nova Iorque começa com a primeira documentação de europeus da região feita pelo capitão italiano Giovanni da Verrazano, no comando do navio francês LaDauphone, quando visitou o local, em 1524. Acredita-se que Verrazano explorou a área conhecida hoje como Alta Baía de Nova Iorque (Upper New York Bay). Lá, encontrou os lenapes, um grupo de tribos indígenas. Depois, voltou pelo estreito The Narrows, onde ancorou na noite de 17 de abril, realizando, assim, uma breve parada antes de continuar a viagem. Verranazo nomeou a área de Nouvelle-Angoulême (Nova Angoulême), em homenagem a Francisco I da França, Rei da França e conde de Angoulême.
Naquela época, as grandes potências europeias estavam em plena era das explorações: o final do século XV viu as expedições de Vasco da Gama, Cristóvão Colombo e, entre 1521 e 1522, as de Hernán Cortés, que conquistou o império asteca, e de Fernão de Magalhães, que circunavegou o globo.

A emissão, que agora resenhamos, emitida no último dia 12 de abril, por La Poste, referencia justamente os quinhentos anos do feito de Verranazo. O bloco, com valor facial de 1,96 € e tiragem de 350.000 exemplares, é impresso em “taille-douce”. Trata-se de um trabalho de Louis Genty.
















