A habitual série “Pro pátria”, emitida no ano em curso, pelo Swiss Post, no último dia 25 de abril, referencia os compatriotas que vivem no exterior.
Mais de 800 mil suíços vivem fora das fronteiras do país, um número equivalente a cerca de 11% de todas as pessoas que possuem cidadania suíça. Caso agrupados, formariam o quarto maior Cantão; por esse motivo, essa comunidade às vezes é chamada de “vigésimo sétimo Cantão” ou a “quinta Suíça”, após a alemã, francesa, italiana e romanche. Uma olhada nas estatísticas revela que mais de um quarto deles estão na França, seguida pela Alemanha e Estados Unidos.
Desde 1916, a Organização dos Suíços no Exterior se empenha em manter os laços entre o país e seus cidadãos além-fronteiras, fornecendo-lhes informações atualizadas ou aconselhamento sobre questões legais. Ela representa os interesses da comunidade e atua como porta-voz.

Também organiza acampamentos de férias para crianças. No verão passado, o programa incluía, entre outras atividades, a criação de esboços para os novos selos “Pro Pátria”. Desta 124 participantes dispersos por 33 países estiveram envolvidos. O resultado – diz a autoridade postal emitente – foi o projeto que serviu de base para a criação dos dois selos, que agora resenhamos. A escolha recaiu sobre Sandra Liscio, que vive em Londres.

Os dois selos com valor facial de 1,00+0,50 e 1,20+0,60 francos, foram produzidos com tinta negra termossensível que garante uma surpresa ao observador.

(Caderneta)

A emissão é apresentada em mini folhas com dez exemplares cada, bem como, em cadernetas compostas por quatro exemplares do menor valor e seis do outro.

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