Instituída por Pio XI em 27 de junho de 1923, a “Comissão Permanente para a Proteção dos Monumentos Históricos e Artísticos da Santa Sé” (Commissione permanente per la tutela dei monumenti storici ed artistici della Santa Sede) tem por objetivo alcançar, não apenas, maior unidade e continuidade na direção dos trabalhos de conservação e restauração dos monumentos artísticos e históricos dependente da Santa Sé, mas também uma distribuição mais eficaz de competências e responsabilidades relacionadas.
Cabe consignar que como parte da reorganização da Cúria desejada por Paulo VI, em 1965, as funções desta comissão permanente foram estendidas à avaliação de empréstimos para obras de arte. Posteriormente, com a promulgação da lei de proteção do patrimônio cultural, ocorrida em 2001, sob o comando de João Paulo II, a mesma foi chamada a se manifestar sobre o tema das restaurações, novas edificações, projetos expositivos e intervenções de proteção que são realizadas no Estado Pontifício e em áreas extraterritoriais.
Com base nestas competências, a Comissão foi a arquiteta da recuperação do monumento “Porta Sancti Petri”, que está representado no bloco comemorativo emitido para marcar o centenário desta comissão permanente, que ilustra a chamada da presente publicação. A reforma ocorreu no âmbito do projeto de requalificação do quartel da Pontifícia Guarda Suíça. Nos próximos anos, a “Porta Sancti Petri” será liberada de todos os elementos modernos e retornará à exibição pública com sua poderosa estrutura defensiva renascentista de tradição antiga tardia.

(Carimbo Comemorativo)

O bloco comemorativo, com valor facial de 1,25 euros e tiragem de vinte e sete mil exemplares, foi emitido no último dia 16 de maio. Trata-se de um trabalho de Leonardo Di Blasi que apresenta uma vista interior da Porta não acessível aos visitantes, mas que pode ser vista a partir do quartel da Guarda Suíça.

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